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Pedro Bosnich é um nome em ascensão no cenário artístico brasileiro e internacional

Formado em artes cênicas pela Escola de Atores INDAC, Pedro construiu uma carreira sólida e diversificada, destacando-se em peças teatrais, novelas, séries de TV e filmes.

Créditos: Letícia Mogi e Kim Leekyung

Sua preparação é ampla e inclui estudos em teatro, TV, técnicas vocais e até circo, o que faz dele um ator versátil e talentoso, capaz de transitar entre diferentes gêneros e mídias com naturalidade.


Seu currículo impressiona: desde clássicos teatrais como "Morte e Vida Severina" até produções internacionais como "Operation Mayfer", Pedro demonstra uma capacidade notável de se adaptar e brilhar em qualquer contexto. Recentemente, ele protagonizou seu primeiro filme, "A Casa na Árvore", e continua a expandir suas fronteiras artísticas com novos projetos promissores, como "O Retrato de Sarah" e "Soturno".


Nesta entrevista, exploraremos as múltiplas facetas de sua carreira, desde sua formação e experiências no teatro até suas incursões no cinema internacional e seus novos desafios cinematográficos. Vamos conhecer mais sobre a trajetória de Pedro Bosnich, suas inspirações, desafios e o que o futuro reserva para este talentoso ator.

Pedro, sua formação em artes cênicas é extremamente diversificada, abrangendo teatro, TV e circo. Pode nos contar como essas diferentes disciplinas moldaram sua abordagem à atuação e se há alguma técnica específica que você considera indispensável em sua preparação para os papéis? A base mesmo da minha formação foi teatro / artes dramáticas. Ao longo do tempo a gente vai reciclando e colocando mais coisas. Quando mais habilidades você conseguir ter, mais variedades de personagens você consegue se encaixar.


Em "Morte e Vida Severina", você esteve envolvido tanto na produção quanto na atuação. Como foi essa experiência multifacetada e de que maneira ela influenciou sua perspectiva sobre o processo criativo no teatro? Foi minha primeira peça como produtor e formado. Foi uma produção em grupo o que é muito diferente. Porém ali eu aprendi e decidi ser ator que não queria depender dos outros pra trabalhar e que ia ter que produzir meus próprios projetos ao invés de ficar só fazendo testes. E assim é até hoje.


Você já atuou em uma vasta gama de gêneros teatrais. Pedro, existe algum papel ou gênero que tenha sido particularmente transformador para você, tanto pessoal quanto profissionalmente Eu acho que todo papel tem o poder de transformar um pouco a gente seja pelo processo ou pelo resultado. Mas o Bob de bosque soturno foi um pouco especial. Assiste esse espetáculo em Londres e sai dali falando “quero viver isso em cena” isso acontece várias vezes quando assisto algo que gosto muito. Mas esse era o oposto da pessoa que eu era e sempre tinha feito só “bons garotos “ pessoas solares até ali. Foi muito bom dar voz aos meus demônios também e colocá-los pra fora em forma de personagem.

A transição do teatro para o cinema pode ser desafiadora para muitos atores. Quais foram as principais dificuldades que você encontrou ao fazer essa mudança e como você adaptou suas técnicas de atuação para a tela grande? Olha eu não sofri tanto com essa mudança. No paralelo do teatro estudei interpretação pra Tv, fiz muito comercial onde já tinha que fazer “menor” e quando a oportunidade aconteceu tive a sorte de trabalhar com bons diretos e colegas de elenco. Faz toda a diferença.


Protagonizar "A Casa na Árvore" deve ter sido um marco em sua carreira. Pode nos falar sobre a profundidade emocional desse papel e os métodos que utilizou para se conectar tão intimamente com o personagem? Sim foi mesmo, não por ser um protagonista mas também por que foi meu primeiro trabalho como idealizador e produtor de um longa metragem. Mais uma vez com muita gente bacana em volta. Que sorte a minha de ter Cris Wersom como parceira e protagonista desse filme, Flávio Moraes como diretor além de Rosi campos que sempre é uma aula ver em cena imagina contracenar. Foi muito desafiador pois rodamos no meio da pandemia com todo o protocolo de segurança e equipe reduzida. Mas muito feliz com resultado.

Trabalhar em produções internacionais, como "Operation Mayfer" e "Date e Sunny", deve ter ampliado seus horizontes. De que maneira essas experiências internacionais enriqueceram sua visão sobre a arte de atuar e como elas diferem das produções brasileiras? De Toda experiência a gente pode tirar algo. Mesmo as ruins. Tenho feito alguns testes em inglês o que ainda é limitante pra mim, porém quando volta a fazer em português parece que fico mais a vontade do que antes. A produção indiana “são esses filmes que falou” é muito mais caótica o que também me ensina muito. O caos está constante na nossa área e aprender a lidar com ele sem surtar e muito bom pro meu lado pessoal e profissional


A sua experiência como apresentador no canal E! adiciona uma dimensão interessante à sua carreira. Pedro, de que forma apresentar programas influenciou sua habilidade de se comunicar com o público e como essa habilidade se reflete em sua atuação? Eu falo que o apresentador é um personagem mais próximo do meu eu, mas ainda sim um personagem. Esse me permite brincar mais e eu adoro apresentar. Tenho alguns projetos que não vejo a hora de sair do papel.

Pedro, com um calendário cheio em 2024, incluindo "O Retrato de Sarah" e "Soturno", como você se prepara mental e fisicamente para encarar múltiplos projetos simultaneamente? O que os espectadores podem esperar desses novos filmes e o que eles representam para você em termos de evolução artística? Olha foi uma surpresa muito feliz. Nesse momento estou terminado as filmagens de “o retrato de Sarah” e ansioso pra começar “soturno” que vai ser meu primeiro filme de terror. Uma dobradinha com Gabi Abrahão e Leonardo Costa.

Depois volto pra Londres.

Olha a gente sempre diz que cinema é a arte do diretor e do editor. Então vamos aguardar pra ver o que posso dizer que são dois roteiros muito legais que assim que li sabia que queria fazer. Em “o retrato de Sarah” faço Thomás que é amigos de Sarah vivido por Mafe Crepaldi que tá arrasando. Ali é um cara mais solar. Um destaque que posso dizer é o figurino de Thaís Bonevile que é um show a parte. Já em “soturno” além de ser um desafio de gênero do filme que nunca visitei antes, vai ser um bad boy com muita ação.

Espero que todos gostem tanto quanto eu de fazer.


Obrigado pela entrevista, Pedro!

Obrigado vocês pela oportunidade.


@pedrobosnich

@alessandrooliveirra - Imprensa

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