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O Ano é 2023 e pauta ainda é racismo, assédio e preconceito

CEO e colaboradores da GROSCOVE são constrangidos por cliente branco cis e fazem depoimento aberto em suas redes.

Crédito: Waldir Évora

Com uma média de faturamento de R$100,000 para cada cliente que fecha em sua empresa, e uma equipe majoritariamente Jonathas Groscove costumava não perceber o racismo que o cercava. Foi só após seu crescimento e conscientização de que os membros da sua equipe deveriam refletir suas origens para que seus pares ocupassem lugares de destaque e colocar isso em prática para sentir isso na pele – literalmente.

Então foi que a Groscove cresceu e escureceu. Hoje nossa equipe possui 95% de seu casting formado por pessoas pretas. No 28/03/2023 fomos golpeados com o amargo gosto do racismo. Por isso você que nos acompanha e acompanha a agência pelas redes sociais tinha que saber o que houve.


Não queremos dinheiro em cima dessas injúrias em forma de preconceitos contra nossa raça e orientação sexual, porém queremos não trabalharemos com pessoas que não nos respeitam .

Estes criminosos não serão esquecidos e nós continuaremos mais coloridos, alegres e prósperos. Em nome de todos que compartilham o sentimento registrado aqui: Jonathas Groscove, Alexia Simensato, Danilo Pires, Elisabeth Oliveira e Lucas Moitinho.

“Nosso trabalho é de tremenda excelência não apenas por sermos competentes, mas por sermos negros e isso nos faz termos que nos provar muito mais vezes que qualquer profissional, acredite. Não apenas no trabalho, mas na questão de aparência, nenhum colaborador meu pode se dar ao luxo de aparecer de chinelos em qualquer lugar como uma pessoa branca faria, os cuidados são muitos!” Relata Jonathas CEO da Groscove que criou um glossário para consulta na sala de espera com assuntos relacionados à discriminação.

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